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quinta-feira, 5 de novembro de 2009

Arte do André

Esta é a arte do André. Ele ainda não produziu nenhum video, resolveu desenhar.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Coroação

Sempre combati aqui a idéia do "DNA Artístico" por uma única razão: esta idéia, além de não ter fundamento científico, remete às teorias da eugenia, utilizadas como instrumento de opressão por regimes totalitários, e que levaram a catástrofes. A mais conhecida delas, o Holocausto; outra que todo brasileiro deveria conhecer é o massacre secular dos povos indígenas.
Não temos DNA artístico. Temos, sim, a grande sorte de ter contado com pessoas interessadas na arte, que nos incentivaram e acompanharam. Nenhum de nós se tornou "artista plástico" na acepção mais usual, no sentido de criador de conceitos. Somos grandes ilustradores, o Daniel talvez o melhor, principalmente na anatomia, graças a longo estudo no livro emprestado pelo Edinaldo. Daniel e Clara, separados na idade por poucos anos, já aterrissaram num cenário de tintas, canetas, pincéis e lápis. Não tiveram que agüentar a lenga-lenga que de vez em quando o papai desfiava: "Artista não fica rico, o meu primo que mora no Rio e é desenhista não ficou rico...". Ou então a mamãe: "meu filho, porque o braço desse homem aqui [aponta o desenho] tá torto??"
Clara, artista intuitiva, investiu esse talento em outro mundo, na fronteira que liga a indústria com a arte. Empreendedora, sei que participou de tudo o que fosse encontro, congresso e oficina que pudesse lhe mostrar coisas novas, abrir novas visões, enriquecendo também seu currículo. Uma hora, esse esforço tinha que ser recompensado. E todos lhe agradecemos, porque nos sentimos recompensados também, afinal, não são os jovens a promessa de um futuro melhor?
É grande a responsabilidade de representar a Uepa, fora do país (não esquece a vacina, hein?), mas o conhecimento acumulado nos autoriza a dizer que será uma tarefa muito bem cumprida.

terça-feira, 16 de junho de 2009

A arte


Quem quer, vai. Eu queria saber desenhar, aprender a pintar à óleo, coisa que eu achava extraordinário. Como não tive uma escola formal prá isso ficava rabiscando, copiando os desenhos das revistas. Até que um dia, quando eu estudava no Perpetuo Socorro, eu conheci o Luiz, colega de sala que desenhava e ele tinha aulas de desenho. Ele ficava desconcertado pela forma como eu desenhava rápido e até direitinho. Eu vi, na casa dele, uma revista que revolucionou minha maneira de desenhar. O Daniel guarda até hoje um exemplar dessa revista. Foi ali que eu tomei conhecimento das proporções do corpo humano, do jogo de luz e sombra, texturas, as principais formas de tornar um desenho mais próximo da realidade, com uma teoria, uma metodologia. Aliás, aprendi muito com o Luiz. Foi ele que me chamou a atenção prá variedade de cores, tons e nuances que o céu, por exemplo, poderia apresentar, coisas que um olho desatento não percebe e um bom artista deve ter a sensibilidade de observar. Depois comecei a catar alguns livretos do Instituto Monitor (escola por correspondência)por ai, não sei bem onde e fui desenvolvendo , meio capenga o meu desenho.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Ei Jorge!

Eu já postei aqui um texto onde me recordo da pintura do Inácio.
Errata: Onde lê-se Oscarina, leia-se OLGARINA. Outro dia desse eu conversando com a mamãe ela me corrigiu.
Segue abaixo o texto de novo:
Quarta-feira, 13 de Maio de 2009

A ARTE NOSSA
Temos um dna privilegiado. A arte me fisgou quando eu era muito pequeno, lá na casa da rui barbosa por que vi pela primeira vez uma paleta cheia de cores que era do inácio. A paleta estava em cima de um pequeno armário que a gente chamava de farmacinha. E eu , curioso, escalei não sei como um movel e pude olhar a beleza das cores misturadas. Dai então comecei a procurar saber como se usava as tintas , o lápis, a caneta, tudo que riscava. Tinha uma pintura que o inácio fez num pedaço de eucatex que , apesar de meio primitiva, eu adorava, poi s foi a primeira obra de arte que eu tive contato. Como eu gostaria de tê-la hoje! O inácio também sabia desenhar eacho que tinha outros dons artisiticos também. Lembro de alguns desenhos que ele fez da cabeça do mickey e donald, que foi também a primeira vez que eu vi esses dois personagens.O inácio apareceu uma vez, lá na casa da RB com uns tamborins que ele fazia. Eram de formato quadrado, de madeira, como realmente eram antigamente. Lembro de ele dizer, rindo prá mim que aquela pele ele tinha tirado de uma cobra. O meu olho ficou arregalado!!!O Inácio namorava com a Oscarina, filha do vizinho do lado. A mamãe não gostava dela e chamava de Osga, osgarina,KKKKKKKKKKKK!