A nossa caçula está no berço: 2010 - 1973 = 37 anos. A turma lá de casa e eu desejamos todas as felicidades prá Dilma, que só nos sabemos como ela merece. E se precisar de força pra correr atrás, estamos aí, viu?
Um beijão.
Mostrando postagens com marcador Dilma. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Dilma. Mostrar todas as postagens
quinta-feira, 15 de abril de 2010
quinta-feira, 10 de setembro de 2009
A GRANDE FAMÍLIA

Dona Maria, Nazareno, Zé Maria, Jorge, Fátima, Cássio, Nen (barriguda do André), Dilma, e essa perna fina é minha (Gabriel)
Marcadores:
Dilma,
familia amorim dias,
joelho,
mamãe,
Nazareno
terça-feira, 21 de julho de 2009
Dá na minha boca!
Finalmente, família, posso contactar com quase todos. Um abraço pra mamãe, pro Zé, pro Jorge, pro Nazareno, pro Gabriel, pro Fernando, pra Nen, pra Fátima, pro Flávio, pro Daniel, pra Dilma, pro Artur, pras cunhadas e pros sobrinhos, sem esquecer dos primos e dos tios e da vovó! Ufa! Quanta gente!
Essa é pro Jorge. Não lembro muito bem, depois tu contas direito.
Lembras de quanto a Dilma era olhão? Tudo o que ela via a gente comendo, ela queria. Até que numa bela tarde lá na "casa velha" o mano Jorge tava amassando uma banana num prato. Aí a Dilma (que ainda não sabia falar direito) começou a pedir:
_ Dá na minha boca!?
E o Jorge continuou amassando a banana. A Dilma, insistente, pediu de novo:
_ Dá na minha boca!?
E pediu mais uma vez, mais outra vez, mais outra vez até que o Jorge se invocou com ela e deu com a colher na boca dela.
_ Buáááááááááááááááááááááááááá!!!! _ Ela abriu o bocão.
A mamãe ficou revoltada com ele e saiu correndo com uma sandália em volta da mesa pra tentar dar umas boas "sandalhadas" no elemento agressor:
_ Tu tá batendo na menina, filho d'uma égua! Eu vou te pegar.
E o mano, na maior cara de pau:
_ Mas ela mandou eu dar na boca dela...
E a perseguição varou a tarde...
Essa é pro Jorge. Não lembro muito bem, depois tu contas direito.
Lembras de quanto a Dilma era olhão? Tudo o que ela via a gente comendo, ela queria. Até que numa bela tarde lá na "casa velha" o mano Jorge tava amassando uma banana num prato. Aí a Dilma (que ainda não sabia falar direito) começou a pedir:
_ Dá na minha boca!?
E o Jorge continuou amassando a banana. A Dilma, insistente, pediu de novo:
_ Dá na minha boca!?
E pediu mais uma vez, mais outra vez, mais outra vez até que o Jorge se invocou com ela e deu com a colher na boca dela.
_ Buáááááááááááááááááááááááááá!!!! _ Ela abriu o bocão.
A mamãe ficou revoltada com ele e saiu correndo com uma sandália em volta da mesa pra tentar dar umas boas "sandalhadas" no elemento agressor:
_ Tu tá batendo na menina, filho d'uma égua! Eu vou te pegar.
E o mano, na maior cara de pau:
_ Mas ela mandou eu dar na boca dela...
E a perseguição varou a tarde...
Assinar:
Postagens (Atom)